1 de dezembro de 2015

Azul é a Cor Mais Quente

Preconceito é um mal que atormenta indivíduos da espécia humana talvez desde o seu surgimento. Basta uma análise de nossa história neste planeta para encontrarmos inúmeras histórias de minorias que sofrem por serem diferentes do que a maioria julga "normal" e "correto". 
Mulheres, negros, indígenas, judeus, deficientes, homossexuais e a lista continua... Tememos o diferente por não compreendê-lo, de modos que é sempre louvável quando um artista emprenha-se em desmistificar o que, numa primeira olhada, nos parece anormal, e expor o que há de humano por trás do que nos desperta repulsa, medo ou confusão.
Azul é a Cor Mais Quente conta a trajetória de uma menina que, para se tornar mulher, e aprender a amar como era, teve que vencer o preconceito da sociedade e de si mesma diante da descoberta de sua própria sexualidade. Escrita e desenhada por Julie Maroh, a HQ ganhou o Prêmio de Púbico do Festival Internacional de Angoulême 2011.