30 de março de 2008

Top 10 do Quadrideko - 01


Os 10 posts mais interessantes que você deveria ler esta semana :

  1. Os 10 Quadrinistas mais Importantes da História da Nona Arte no Cibertron

  2. Primeiro ano do Zine Acesso na rede, lógico, no Zine Acesso

  3. Centrifugando Boas Idéias no OBusilis

  4. Reed Richards contra a lei de registro ?!? no Reviews de HQ

  5. Mal morreu e Capitão América já vai voltar ? no Centurions

  6. Aprenda a jogar CS com as lindas loiras suecas do time Les Seules no Receita do Sucesso

  7. Lanterna Verde Allan Scott no Blog do Hiroshi

  8. O Que é um Churrasco ? na Toca do Calango

  9. Verdades ou Mentiras ? no Não Diga Nada

  10. Urubrodí no Mesa de Saloon

28 de março de 2008

Os Perigos da Caneta Bic

Acredito que sempre que pensamos em "caneta", temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC. Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos.
Você já se perguntou como isso aconteceu? Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata, simples e de fácil acesso, tornou-se "convencional" o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha.

Pois bem, a resposta não é assim tão simples! Documentos secretos encontrados no final do ano de 2001 indicam um envolvimento direto da NASA com a BIC. Também foram encontrados documentos oficiais da NASA, onde estavam registrados estudos sobre uma possível invasão de sondas extraterrestres no Planeta Terra.

Acredite ou não, estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo.Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento; olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda.

Agora pense comigo: Ao nascer você é registrado com uma caneta, ao entrar para a escola/universidade também, tudo o que você escreve, desde estudos até cartas de amor é escrito com uma caneta, ou seja, estes seres que nosobservam sabe de absolutamente TUDO sobre TODOS.

O verdadeiro significado da marca BIC é: Big Inspekto Center (ou Centro de Grandes Inspeções). No logotipo da BIC notamos um alien tentando esconder atrás dele seu maior segredo: uma caneta que pode contar toda a história de todos os tempos (simbolizado pelo traço preto atrás do alien). Vejamos agora algumas dicas que nos levam a propor esta idéia:

-As canetas BIC são facilmente encontradas para serem vendidas,porém depois que você já a possui, ela sempre aparece em diferentes locais e você nunca se questiona se realmente havia deixado onde encontrou.

-Mesmo que você compre apenas uma caneta BIC, certamente encontrará várias no local onde a deixar. Elas se multiplicam rapidamente, sem ser perceptível a nós dotados de uma visão banal para a visão alienígena.

-Após poucos meses, a caneta que você havia comprado, simplesmente desaparece. Isso é facilmente decifrável se pensarmos da seguinte maneira: tudo necessita de energia para sobreviver (o homem, o carro, as plantas, sua TV), e ao acabar esta energia, ela precisa ser reposta.

Assim, as sondas BIC tem um período de vida curto, visto que quando se encontram gastas, elas simplesmente se desintegram para uma possível recarga.


A mensagem que quero deixar é que você tenha muito cuidado ao se deparar com estas canetas-sondas, principalmente com as sondas mais avançadas, vulgarmente chamadas de BIC 4 Cores, BIC 2 CORES ou mesmo a tão temida e perigosa BIC VERDE! Esta última jamais deve ser colocada (presa) em cima da orelha, pois além de enviar dados e informações sobre você para os alienígenas consegue influenciar de maneira drástica sua forma de pensar, tornando-o um escravo a serviço alienígena. Torno a repetir:

CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO ALIEN!
Já estamos todos envolvidos nisso. Tentar qualquer forma de fuga ou apatia não é aconselhável. Saiba lidar com elas! Desta forma acredito que não mais estaremos expostos a uma ideologia aliem, e poderemos defender o que realmente pertence a nós: o Planeta Terra!

Serviço Secreto União dos povos.

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Recebi este email à pouco tem e fiquei impressionado com a criatividade e com a capacidade de algúem escrever tanta bobagem, ou será que não ? !!!!

25 de março de 2008

Heróis do C.Q.Q.- A Liga dos Super Blogueiros

Há algum tempo atrás um grande criativo da blogosfera o parceiro Pedro Cardoso do Receita do Sucesso criou os fantásticos Herois da Blogosfera, grupo de ícones da internet com o objetivo primordial de defender o entretenimento sadio na rede. Inspirado nesta magnânima criação, o Quadrideko se ultilizou também da fantástica ferramenta criada por Eduardo José Reis , o Hero-O-Matic , para lançar os Herois do CQQ. Um liga de blogueiros com poderes extraordinários com a missão de defender o direito de acesso aos posts criados semanalmente. Bem, sem mais delongas vamos apresentar os nossos Herois :
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Hiroshi , O Lanterna Vermelha
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O Busilis , o Caçador Urbano
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Kalango , O Lagarto Selvagem
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Cibertron , O Andróide Espacial
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Reviews , O Batedor
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Rabisco , O Risco Final
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Acesso , O Portal para Outros Mundos
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Não Diga Nada , O Silenciador vem aí !
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Centurions , O Gladiador
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Quadri Man , O Imbátivel
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Não deixem acompanhar as aventuras de nossos heróis quinzenalmente nas edições do CQQ !!!

Organização X - 3

Arte : Mosca



Organização X
Arco 1: Admirável Mundo Mutante Novo
Parte 3 de 4 – Diamante mutante

Máquinas potentes escavam a terra, enquanto milhares de homens vão limpando a terra removida. Eles estão tão sujos que só dá para perceber as partes brancas dos olhos.

“Impressionante não?” O casal, que até o presente momento olhava a cena pela janela da sala refirgerada, se vira para o homem de voz rouca. “Vocês devem ser os Tusamiro...”

“Tsumaryu” Responde o ‘marido’ inclinando levemente a cabeça, como dita a etiqueta oriental. “E o senhor deve ser o senhor Nashion...”

“Eu mesmo, Rodrigues Nashion...” Um homem de olhos azuis cabelos e pele negra sorri. “Dono da mineradora Whitney, a maior exportadora de diamantes do mundo. Mas a pergunta é: Em que vocês podem me ajudar? Estão dispostos a me livrar de alguns ratos no meu porão?”

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Na África do Sul conta-se a história que por volta de 1866, um menino estava brincando na fazenda de seu pai, perto de Hopetown, quando achou uma linda pedra. Um vizinho quis comprá-la, mas a família não achou que a pedra tivesse valor e acabou dando-a, em vez de vendê-la. A linda pedra era o diamante Eureka, de 21,25 quilates, que causou a corrida do diamante em Kimberley. Três anos depois, o mesmo vizinho teve sorte novamente, mas dessa vez ele achou uma pedra maior, com 83,5 quilates, que mais tarde foi chamada de Estrela da África do Sul.

Ao longo dos anos houve uma imensa briga para saber a quem pertenciam as terras ricas em minérios. Grandes indústrias, poderosas famílias, países, Organizações Não-Governamentais, e grupos anônimos lutaram, por meio de guerras, política, e acordos econômicos e financeiros para possuir a maior jazida de minério que existe. Foi somente no fim do sistema Apartheid, nos anos 90 que misteriosamente as jazidas de diamante e demais minérios foram divididas. A maior jazida ficou com a família Nashion que fundou a mineradora Whitney.

Que influencia e que poder levou a este fato continua sendo motivo de pergunta para a maioria das pessoas que criam teorias de conspiração.

Entre destas está a teoria que a família Nashion tem um acordo com uma raça alienígena que ajudou a controlar a mentes dos concorrentes, e que o próprio Alecssander Nashion teria se casado a uma alienígena que assumiu a identidade de uma moça latina e que juntos eles conceberam o único herdeiro, e agora dono, da Whitney, Rodrigues Nashion.

É claro que se qualquer pessoa perguntar isso a Rodrigues ele vai rir ate não poder mais, depois vai dizer que você está bêbado ou não está tomando seus medicamentos de forma correta. Mas nunca pergunte a ele como a família conseguiu a maior jazida de diamantes do mundo. A ultima pessoa que o fez foi para no hospital e ficou em coma por três anos antes de morrer.

Mas apesar de tudo e de poder tudo o jovem Nashion é uma pessoa extremante solidária, apesar de todo dinheiro, de todas as mulher, de todas liberdade... Eu já falei de todo dinheiro?

“O senhor não parece bem...”

A voz é doce e gentil e de certa forma, apesar dessa mulher ter a idade de ser usa irmã, ela ocupa mais o lugar de mãe.

“Eu não estou bem Stra Newsman...” Rodrigues Nashion fala olhando o céu estrelado da África do Sul. “Se lembra que eu falei que eu sinto que cada passo meu está sendo observado?”

A mulher negra se aproxima colocando a mão no ombro dele. “Sim, você me fala isso desde o dia que me contratou, mas como eu já disse deve ser estresse de todo o trabalho e...”

“Hoje” Ele fala interrompendo-a “Eu... chegou o casal que eu contratei para investigar meus computadores... Um casal mestiço, ele era japonês e ela tinha um sotaque meio australiano... Ficavam juntos o tempo todo, muitos unidos, mas... Eu não sei tinha algo errado...”

“O que poderia ser?”

“Eles eram unidos, pareciam... irmãos e não marido e mulher... Eu não sei talvez seja por que não conseguia tirar os olhos... Você sabe...”

“Você quer a minha opinião sincera?” Ela o vê balançando a cabeça afirmativamente e responde. “Talvez você tenha visto o que você queria ver... Se sentiu atraído e então quis dar um motivo para que sua atração não fosse em vão.”

“Possivelmente...”

“E quando você vai encontrar o objeto de seu interesse novamente?”

“Amanhã eu tenho um almoço com os dois... Pelo menos eu vou poder ficar olhando.” O telefone celular de Rodrigues toca fazendo Beatriz Newsman perceber que já estava na hora de se recolher e deixar o seu chefe continuar tratando dos negócios.

“Nashion falando... Sim eu contratei alguém de fora... Porque eu não confio em vocês, eu não sei qual tipo de relacionamento meu pai tinha com a sua fundação, mas eu não... Porque eu sei a verdade... Eu sei que vocês mataram eles!”

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Restaurante Diamante Eureka

Ele não conseguiu dormir, a ultima frase dita continuava martelando na cabeça dele: “Se você está tão infeliz que escolheu morrer, poderia ter falado isso há alguns anos atrás, eu teria o prazer de matar você junto com seus pais.”

Onde foi que seu pai se meteu? Ele ainda não era vivo quando Alecssander começou a enriquecer e tinha somente 16 quando a Whitney foi formada. Mas ele se lembra das discussões que seus pais tinham sobre a tal fundação, todas sempre acabavam da mesma maneira, Alecssander abraçando a esposa dizendo que não ia deixar nada de mal acontecer a ela.

Então ela abria o sorriso mais lindo do mundo e dizia que sabia disso, e que o amava, e que amava o filho deles. Mas que tinha medo que tanto seu marido, como seu filho fossem machucados por causa dela, por causa do que ela era... Uma mutante. Rodrigues ainda se lembra a ultima coisa que ela o disse: “Seja feliz do jeito que você é, pois eu e seu pai te amamos você pelo que você é.”

Depois disso, eles saíram e nunca mais voltaram. Acidente de carro, a policia disse, pista escorregadia por causa da chuva, Alecssander dirigindo rápido e possivelmente bêbado, o impacto foi tão forte que eles morreram na hora. O que de certa forma foi bom, já que o carro acabou pegando fogo e os corpos ficaram carbonizados.

Só tinha um pequeno problema: Seu pai não dirigia quando bebia, sua mãe não seria pega de supressa por um acidente, não chovia a 2 meses já que estava na época das secas, a estrada estava totalmente fora do itinerário deles e seu pai nunca chegou ao jantar de negócios. Ta bom talvez sejam vários pequenos problemas ignorados pela policia.

“Você é sempre tão pensativo assim ou está tentando ignorar a minha companhia?” Nashion sai dos seus pensamentos e observa o Sr Tsumaryu que estava sozinho “Eu sei que não sou tão bonito quando a minha esposa, nem são tão atraente, ou rabugento, mal criado e... Ai” Ele fala levando a mão a orelha. “Não precisava fazer isso...”

“Não precisava fazer o que?” Nashion pergunta.

“Er... Me ignorar... Isso!... É muito feio ignorar...”

Alguns segundos se passam em silencio antes de Tsumaryu se sentar. “Desculpe a demora, sei que todo mundo pensa que todos os japoneses são pontuais... eu não sou.”

“Não... Eu... Eu que cheguei cedo demais... Precisava respirar.”

“Respirar é bom... É o que eu sempre digo, o que seria de nós sem a respiração não?” Ele dá a minha gargalhada que logo em seguido é acompanhado por um sorriso discreto de Nashion.

“O senhor é engraçado...”

O japonês para de rir e olha descrente para o homem a sua frente. “É sério?!... É o que eu vivo falando, mas a maioria não endente meu senso de humor... Talvez o Adam...”

“Adam?...”

“Er... Velho amigo... Mas mudando de assunto, vamos falar de negócios?”

“Onde está sua esposa?”

“Ah... Ela... Sabe como é mulher... Não vive sem umas comprinhas básicas... E a minha então é uma gastadeira de mão cheia... AI!” Ele observa o olhar desconfiado e assustado de Nashion e dá um sorriso sem-graça. “Ai... é amor em japonês... Ela é minha chibi sakura... minha koiishi... O que seria de mim sem ela.”

“Então você realmente a ama?”

“Bem...”

“Eu invejo você... Ter alguém pra quem voltar, ter um abraço quente no meio da noite, ter alguém a quem amar...”

“É... Mas é melhor falarmos de negócios... Quer que eu explique no seu idioma ou quer que eu banque o metido e fale um bando de palavras confusas e desconexas?”

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“Gastateira?!... Ele não tinha outra coisa para falar não?” A “Sra Tsumyru” fala iritada. “Aquele japonês ta pedindo por uma boa surra... OUVIU ISSO SEIYA?!” Ela fala, ou grita no caso, aproximando o microfone ainda mais da boca.

Pela tela do computador e pelo fone de ouvido ele ouve a resposta que seu falso marido dá.

“Me lembra de ensinar algumas cantadas para você quando a gente voltar pra Grécia, por que se é assim que você paquera uma mulher você ta ferrado japonês.”

“Eu acho que isso não é hora para falar disso, Ave-de-luz...” Beatris Newsmans responde também olhando para o computador.

“Eu sei, Passaro Negro... Eu sei... Mas você está certa. Nashion ta começando a confiar em Hacker... Ele confia muito facilmente nas pessoas.”

“Solidão faz isso... E o coitado é a pessoa mais solitária que eu já conheço... tadinho...”

“Quem ouvir você falar assim vai pensar que você ta apaixonada...”

“Por Nashion?... Deus me livre e guarde... Isso sim que seria amor impossível...”

“Mas impossível que a queda que você teve pelo Hacker?”

“Ei o Haker não era impossível! Eu só não consigo compartilhar as minhas coisas!”

Ambas ficam quietas ao ouvirem o barulho de tiros.

“HACKER!!!” As duas gritam juntas

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Rodrigues não sabe o que aconteceu, num minuto está conversando animadamente, no outro está escondido, atrás da mesa, de uma chuva de balas. Depois disso percebe o corpo do sr Tsumaryu em cima do dele, o protegendo, apesar de tudo não pode evitar o surgimento de uma leve coloração vermelha no rosto dele.

“Ave-de-luz! Pássaro-negro! Preciso de cobertura agora!” Rodrigues ouve o japonês falando, mas com quem ele está falando?

Como se atendendo as súplicas dele, um raio de luz acerta diretamente o carro o fazendo explodir, os homens que estava atirando são derrubados por um grito poderoso que ecoa por todos os cantos.

E como começou, os tiros terminam, deixando um perplexo Rodrigues. Ele sente o peso do corpo que o protegia sair de cima do seu e ao olha para três vê sua emprega Beatriz e a sra Tsumuryu vestindo roupas... Não uniformes.

“Mas o que?...”

Hacker estende a mão para ajudá-lo a se levantar. “Acredite, temos uma explicação muito lógica para isso.”

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“E vocês chamam isso de explicação lógica?” Rodrigues olha para os três. Já não basta ele ter sofrido um atentado, ter sido arrastado até uma ‘base secreta’, ainda tem que ouvir o papo de uma fundação maligna que quer acabar com a raça mutante usando a empresa que o pai dele fundou?... Isso é o que? História em quadrinho ou uma fanfic de péssima qualidade?

“Na verdade eles não falaram da parte que a Beatriz estar te vigiando porque achamos que você estava metido nisso até o nariz.” Fala Ave-de-luz. “Mas olhando agora dá pra perceber que você é um péssimo administrador mesmo”

“Escuta aqui moça!...”

“Escuta aqui você!... Como você pode deixar eles usarem a empresa que seu pai fundou e nem perceber isso?... É estranho não é? Qualquer um acharia que você tem culpa no cartório sim!” Ela fala se aproximando, fazendo Rodrigues se afundar na cadeira em que estava sentado. “Agora o senhor vai nos ajudar ou eu vou quebrar todos os ossos do seu corpo!”

Hacker afasta Ave-de-luz puxando ela pelo braço e em seguida pede pra ser deixado sozinho com Rodrigues Nashion. Ele espera as garotas saírem para puxar uma cadeira e se senta na frente do empresário.

“Ave-de-luz é... temperamental... Mas tem um coração de ouro...” Ele olha profundamente para o homem a sua frente. “Por que tentaram te matar?”

“Meus pais... Eles mataram meus pais... Eu nunca imaginei o porquê, mas agora eu sei... Minha mãe era mutante.”

Hacker olha espantado para ele, em nenhum arquivo ou relatório estava escrito, isso quer dizer que ele também. “Você é mutante?”

“Não, mas sei como vocês se sentem...”

“Como assim?”

“Eu sou gay...” Ele espera para ver a reação de Hacker, afinal ele é Rodrigues Nashion, o solteiro mais cobiça da África do Sul, uma mulher diferente em sua cama todos os dias. Pela menos a aparência ele tinha que manter. “Não te surpreende?”

“Não... Pássaro-negro já tinha falado isso pra gente... Por isso que eu tava tentando me aproximar de você... Sabe, eu estava jogando charme...”

“Então eu não estava enganado? Você realmente estava... Mas e ela?!”

“Ave-de-luz é como uma irmã para mim...”

Rodrigues sorri, quer dizer que ele também... Sem pensar duas vezes Rodrigues puxa Hacker e o beija, fica feliz quando sente que o beijo é retribuído e que Hacker o abraça de leve.

Eles se separam por falta de ar e Rodrigues é o primeiro a falar. “Isso foi apenas para conseguir a informação que você quer?”

Hacker sorri. “Também... E por você ser muito atraente.”

“Em que posso ajudar?”

“Onde fica o computador central da Whitney?”

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“E então minha Sakura, podemos entrar?”

Hacker e Ave-de-luz foram ao lugar indicado por Rodrigues. E não é atoa que Hacker não achava esse lugar, isolado em plena savana, a única entrada se parece com uma cabana da policia. Isso só faz Ave-de-luz ter certeza que, mesmo que Rodrigues seja inocente, alguma coisa ele sabe.

“Você contou pra ele?” Ave-de-luz pergunta tentando pensar em outra coisa.

“O que a quem?”

“Voce sabe...” Mas hacker só dá um sorriso maroto mostrando que não falou nada a respeito. “Ele ta se apaixonando por você, por incrível que pareça... Da mesma forma que Pássaro-negro se apaixonou...” Ele continua em silencio com um sorriso ainda maior. “Sério como você consegue?”

“Humor... Pessoas amam quem consegue faze-las rir!... Vai dizer que o seu doutorzinho não te faz rir?”

“Cala a boca!... Fique aqui e não faça nenhuma gracinha!”

"Eu fazer alguma gracinha... Acha que sou um palhaço?"

"Eu não acho... Tenho certeza..."

Ave-de-luz se afasta de Hacker. Logo o seu corpo começa a irradiar uma luz única e aos poucos ele vai diminuindo e toma a forma de um pássaro com um brilho intenso. Diminuindo a intensidade de seu brilho, voa em direção a entrada, dá uma volta ao redor da construção. Na entrada há apenas um vigia.

Ela voa perto do vigia e aumenta a intensidade do seu brilho ate que ele fique cegante, fazendo com que o vigia não consiga ver nada. Em seguida ela retorna a sua forma humana e de uma das suas mãos sai um raio de luz que o faz desmaiar. "Ave-de-luz para Hacker... Entrada livre." Ela fala pelo comunicador.

Hacker chega à entrada que está fechada com uma tranca eletrônica. Encostando a mão na mesma ele se concentra. Em frações de segundos ela se abre. "Um mecanismo desses chega a ser tedioso para alguém como eu..."

“Alguém metido?”

“Exatamente!”

Eles descem pela escada até chegar a uma sala fortemente protegida, Ave-de-luz olha para tranca eletrônica que está perto deles e pergunta “Acha que daqui já pode entrar no computador?”

“Com os olhos fechados... E quando a você?”

“São apenas dez... Chega a ser injusto com os meninos.”

Hacker toca na tela da tranca e é ‘sugado’ pra dentro da mesma. Usando seus poderes mutantes ele vai pulando de conexão em conexão até chegar ao computador central. Uma vez lá dentro ele percebe duas coisas: Primeiro Pesadelo, Portal e Energia estão acessando um computador na Austrália e estão sendo filmado sem perceber. Segundo espalhar um vírus aqui significaria derrubar boa parte dos computadores da Fundação.

Hacker apenas sorri antes de escrever uma piada para os amigos na Austrália.

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Do lado de fora do computador, Ave-de-luz sorri. “Vocês sabiam que eu queria ter ido pra Austrália? Pelo sotaque vocês podem imaginar o porquê... Mas nãooooooooooooooo, cá estou eu tendo que enfrentar um bando de idiotas que acham que podem me vencer...Então qual vai ser o primeiro?!”

Os homens parecem meio perdidos antes de partirem pra cima da garota. Mas Ave-de-luz apenas ergue uma mão e metade dos homens é derrubado por um golpe de energia. “Bem os que ficarão de pé talvez sejam dignos de lutar comigo.”

Eles tremem, a menina, como eles pensam, é mutante. Mas um deles dá um passo a frente e parte pra cima dela com tudo, com uma mão Sid Potter, se defende com a outra derruba-o no chão.

Ela olha pra frente e sorri com prazer. “Um já foi... Faltam quatro... Próximo!”

Os quatros vão pra cima dela, mas numa seqüência precisa de defesa e ataque ela derruba-os, o único que fica consciente implora com os olhos para ela não o matar. E sem ele perceber o cheiro do próprio mijo se espalha pelo pequeno corredor fazendo Ave-de-luz lançar um olhar de nojo pra cima dele. “Vai embora... Quando você se tornar homem suficiente pra me enfrentar a gente conversa.”

Nesse instante o som de uma espada cortando o ar escoa e de uma fenda no ar surge um ninja segurando uma katana mão.

“Min-sama...” O homem que ia fugindo fala e logo sua cabeça é decepada do resto do corpo.

Min olha para Ave-de-luz, levanta a mascara ninja (deixando só a boca amostra) e lambe a espada com sangue. “O próximo sangue na minha katana, vai ser o seu.” A katana corta mais uma vez o ar, e o ninja desaparece.

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"Prontinho..." Falou Hacker ao sair do computador. “Aproveitei para ajudar Pesadelo e Portal na Austrália... Perdi alguma coisa?" Ele fala com tom irônico ao perceber os guardas caídos aos pés de Ave-de-luz.

"Nada... Só uns idiotas que acharam que podia comigo..."

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Base Africana da Organização X.

“Pronto já avisei a Chris...” Hacker fala entrando na sala de reuniões e encontrando Rodrigues, Ave-de-luz e Pássaro-negro. “Agora eu posso ir pra mima cama?” Ele lança um olhar malicioso sobre Rodrigues que cora.

“Er... Sid, você não disse que ia me ajudar... naquilo?” Pássaro-Nergo fala puxando o braço de Ave-de-luz.

“Ah ta aquilo... Certo... Podia ter inventado uma desculpa melhor... Lincesinha viu...”

Quando elas passam por Hacker este segura o braço de Pássaro-negro, lançando um olhar cheio de duvidas.

“Vocês precisam conversar Seiya... Conta tudo para ele...” Ela fala se aproximando dele na intenção de dar um beijo no rosto, mas Hacker e mais rápido e vira fazendo com seus lábios se encontrem.

“Nós também precisamos conversar...”

“Não... Eu ainda não mudei a minha opinião...” Ela fala saindo da sala. “E já foi muito difícil superar você uma vez.”

As duas saem da sala, o silêncio dura muito pouco.

“Era tudo parte da missão não é?” Rodrigues fala. “Você não é gay.”

“Não... Como eu disse achei você atraente.”

“E vai me dizer que Beatriz é uma travesti?!”

“Não ela é muito mulher... Isso eu posso te garantir” Hacker fala sentando na frente de Rodrigues.

“Então...”

“Eu sou bissexual...”

O silencio volta encobrir a sala e Rodrigues se afasta de Hacker.
“Me desculpa... eu não posso...” Rodrigues fala. “Isso é...”

“Eu sei...” Hacker se levanta. “A Organização X está disposta a te ajudar em troca de informações, Beatriz vai ter passar tudo depois... Agora se me dá licença, eu vou para minha cama... Sozinho.”

23 de março de 2008

Seu Nome em um Luminoso


Já pensou em seu nome em letras garrafais brilhando sob os holofotes ? Não ! Não é sonho. Isso é possivel. basta acessar este site, digitar o seu nome e ver a fama surgir diante dos seus olhos(rrsss). Se você quiser salvar em seu blog, basta clicar em Put this on your blog e copiar o código.
Veja como ficou o Quadrideko em letras luminosas, no final desta página.

21 de março de 2008

Somente uma Folha de Papel

Em uma Exposição de arte na Galeria de Arte Moderna de Hirshorn em Washington DC.
Para confecionar sua obra, o artista poderia usar somente uma folha de papel.









Conan - O Aventureiro


   

Conan - O Aventureiro é uma mini-série dividida em cinco edições que conta como o jovem Conan, com 17 anos, deixa a Ciméria após a queda da fortaleza de Venarium. Mostra os primeiros contatos do cimério com o mundo civilizado e como seu destino parece estar ligado ao de um enigmático grupo de guerreiros, chamados rastreadores, obcecados pelas seis metades do Talismã de Tolometh, deus da escuridão.


19 de março de 2008

CQQ 12 - A Poderosa

A Poderosa é uma personagem da DC Comics. Na realidade Pré-Crise ela era a versão da Terra 2 para Supergirl e prima de Superman da Terra 2. Sua primeira aparição foi em All Star Comics #58 (January/February 1976), criada por Gerry Conway. Seu nome kryptoniano era Kara Zor-L, sua identidade terrestre era Karen Starr e era programadora de computadores. Superman já era idoso quando ela chegou, mas Kara ainda era jovem, pois sua nave tomou uma rota diferente e ela se manteve num estado de suspensão do qual só envelheceu 20 anos. Ela ganhou seu conhecimento sobre computadores devido a exposição ao Raio Púrpura da Mulher-Maravilha da Terra 2.
Pórem cabe aqui lembrar que a primeira Poderosa (Power Girl) era , por mais incrível possa parece, a nossa conhecida Lois Lane. Na verdade, na década de 50 eram muito comuns, as “historias imaginarias”, envolvendo algum personagem da DC. Uma dessas historias foi publicada em 1958 na revista Superman #125 e foi batizada com o nome de “Lois Lane’s Super-Dream” (O Super-Sonho de Lois Lane), e nela Lois Lane se imaginava como uma super-heroína chamada Power Girl. Além disso, Lois exibia um chamativo uniforme amarelo e verde e tinha como um atrapalhado parceiro, o Power Man, encarnado por ninguém mais que Clark Kent. Mas isso era uma historia imáginária. Então voltemos a nossa verdadeira heroína.


Em janeiro de 1976, a velha revista All Star Comics foi relançada, e nesse relançamento os editores decidiram continuar a antiga numeração da Era de Ouro. Como no passado esse gibi era estrelado pela Sociedade da Justiça, nada mais justo que ela fosse o principal destaque da revista nesse “revival”. Portanto, na edição #58, que marcou a volta do gibi, os leitores encontraram a aventura escrita por Gerry Conway, desenhada por Ric Estrada e Wally Wood chamada “The All-Star Super Squad” (O Super Esquadrão All-Star), onde os velhos justiceiros deviam impedir que três grandes desastres naturais perpretados pelo vilão Onda Mental destruam o mundo. Nessa empreitada eles acabam sendo auxiliados por três heróis mais jovens, que foram adicionados a equipe para conferir-lhe “sangue novo”: o adolescente Sideral (saiba mais sobre ele clicando aqui e aqui), Robin (um quarentão que foi parceiro do Batman da Terra-2) e uma jovenzinha nunca vista antes autodenominada Poderosa, que se apresenta a eles como a prima do Super-Homem. A partir de então a nossa a poderosa passou a conquista cada vez o seu lugar como uma heroína. Porém sua origem não era muito clara.





Em 1978 as edições #97, 98 e 99 da revista Showcase mostraram as primeiras aventuras-solo da nossa heroína, roteirizadas por Paul Levitz e desenhadas por Joe Staton, e nessas histórias a origem dela foi finalmente apresentada em detalhes: à cerca de sessenta anos atrás o planeta Krypton do universo que abrigava a Terra-2 estava condenado à destruição. Sabendo disso o cientista Jor-L criou uma pequena nave para levar seu recém-nascido primogênito Kal-L para o planeta Terra e avisou o seu irmão Zor-L, que morava na cidade de Kandor. Zor-L que tinha uma filha recém nascida, também criou um foguete, que batizou com o nome de Simbionave. Porém, enquanto a nave que carregava o pequeno Kal-L levou alguns meses para chegar a Terra, a que trazia a filha de Zor-L levou quase sessenta anos para alcançar seu destino final. Durante toda a viagem os sistemas da Simbionave lhe deram uma educação kryptoniana completa e garantiram que ela envelhecesse apenas vinte anos. E, finalmente quando a nave chegou à Terra, Poderosa foi encontrada pelo seu primo, que lhe deu um treinamento básico em super-heroísmo.
Embora a poderosa agradase muito aos fãs, devido a problemas editoriais que a DC sofreu no meados da década de 70, a poderosa não consegui ter um título próprio, mas continuou presente em historias da Sociedade da Justiça .
No inicio da Década de 80 foi lançada na revista Wonder Woman, historias de uma personagem feminina da Terra 2, denominada a Caçadora, que na verdade de era filha do Batman e da Mulher Gato da Terra, com participações especialíssimas da sua grande amiga a Poderosa. A Amizade entre a duas beldade remetia a outra grande parceria, entre Batman e Super Homem.
Em 1984 poderiamos encontra a sensual heroína nas paginas da revista Infinity Inc. (Corporação Infinito), que era estrelado por uma nova equipe de heróis composta pelos filhos e afilhados da Sociedade da Justiça e que foi criada por Roy Thomas, Dann Thomas e pelo desenhista Jerry Ordway. O que se lamenta é que a participação da nossa heroína nesse novo título durou poucas edições.
Após o mega evento da DC , Crise nas Infinitas Terras, a hisória da personagem sofreu uma grande reviravolta. Entre outras coisas, acabou sendo definido que Kal-El era o único sobrevivente do planeta Krypton e que ele iniciou sua carreira heróica a menos de vinte anos atrás. Super-Homem da Terra-2, Superboy, Krypto, e até mesmo a Supermoça — que morreu na edição #7 de Crise — deixaram de existir. Porém, misteriosamente Poderosa sobreviveu ao fim do Multiverso DC.
Segundo o editor Robert Greenberger, Poderosa sobreviveu devido a sua grande popularidade e principalmente devido à insistência de Gerry Conway, que afirmou aos editores ter condições de dar uma boa explicação para a existência da personagem no universo pós-Crise. Infelizmente outros compromissos profissionais impediram que Conway desempenhasse essa tarefa, que acabou ficando a cargo de Paul Kupperberger.
Em meados dos anos oitenta, Kupperberger já era um veterano na indústria dos comics americanos, e tinha publicado diversos trabalhos tanto na Marvel quanto na DC. Em 1982 a DC lançou no gibi Warlord #55 uma criação de Kupperberger, batizada com o nome de Arion, Lorde da Atlântida. As aventuras desse personagem se passam aproximadamente há 45.000 anos no passado — em plena Era Glacial — onde a existência da mítica Atlântida é ameaçada pelo constante avanço das geleiras, e contra esse perigo a cidade conta com a ajuda de Arion, que é o mais poderoso mago dessa época.

Logo após o término de Crise a DC lançou o gibi Secret Origins (Origens Secretas), com o objetivo de criar novas origens para o seu elenco de personagens no Universo DC pós-Crise. Em 1987, na edição #11 dessa série mensal (no Brasil em DC Especial #08, 1991, Ed. Abril) finalmente Paul Kupperberger e a artista Mary Wilshire explicaram a nova origem da Poderosa: Anos atrás Kara chegou na Terra através da Simbionave, e possuía vagas memórias que indicavam que sua origem provavelmente era kryptoniana. Um belo dia, frustrada por não ter certeza de onde tinha vindo ela se dirigiu rumo a Simbionave, e quando deu um soco na nave acidentalmente acionou um dispositivo secreto na mesma, dispositivo esse que guardava uma mensagem.
Na mensagem Arion explicava que, apesar da Atlântida ter sido destruída, várias colônias da lendária cidade sobreviveram. Tais colônias abdicaram da magia em prol da ciência, e uma das áreas cientificas em que os atlantes sobreviventes mais se destacaram foi o aperfeiçoamento genético. Kara viria a ser a neta do mago Arion que nasceu com todas as melhorias genéticas desenvolvidas pelos atlantes.
Tempos depois o meio-irmão de Arion, Garn Daanuth reapareceu, e possuiu o corpo da recém-nascida Kara. Arion conseguiu expulsar Daanuth, porém para evitar que o corpo de sua neta fosse novamente possuído pelo vilão ele a colocou em um receptáculo (a tal da Simbionave), onde ela ficou em animação suspensa por milhares de anos e cresceu até atingir a idade próxima de dezoito anos. Arion também implantou algumas memórias falsas na mente de Kara, para que quando ela despertasse não viesse a lamentar o destino final da Atlântida. Após receber essa mensagem Kara finalmente descobriu a sua origem e a partir daquele momento passou a usar no cinto o símbolo de Arion.
Algum tepo depois, a Sociedade da Justiça estava presa no Limbo enfrentando o Ragnarok (Last Days of the Justice Society, publicado em 1986 nos EUA e inédito no Brasil) e a podeosa decide procura sua origens, o que a levou até a região pré-histórica escondida no centro da Terra conhecida como Skartaris, onde ainda existiam diversas das antigas colônias atlantes. Lá, ela viveu diversas aventuras ao lado do herói conhecido como Guerreiro entre as edições #116 e #124 da revista Warlord.
Em 1988 Poderosa estrelou uma mini-série em quatro partes escrita por Kupperberg e desenhada por Rick Hoberg (no Brasil em DC Especial #8, 1991, Ed. Abril) onde víamos que mesmo entre trancos e barrancos Kara conseguia conciliar a vida de super-heroína com suas obrigações como dirigente da firma de desenvolvimento de software chamada Starrware. Porém, um velho inimigo de Arion chamado Urdidor Negro resolveu descontar em Poderosa milhares de anos de raiva acumulada contra o seu avô. Daí a mini-série se desenvolve com Kara tendo que enfrentar as ameaças enviadas contra ela pelo Urdidor, até que finalmente ela consegue derrotar o vilão. Essa série fechada tinha a proposta de situar Poderosa em definitivo no Universo DC.No final dos anos oitenta o titulo da DC que mais vendia era Justice League International (Liga da Justiça Internacional), de Keith Giffen e J.M. de Matteis . Em 1989, quando a Justice League International virou Justice League America e a DC botou na praça o gibi Justice League Europe (Liga da Justiça Europa, que estreou no Brasil em Super Powers #20, 1991, Ed. Abril).Entre os membros da nova equipe estava a nossa amada heroína. Na edição #08 de Justice League Europe (no Brasil em Liga da Justiça #33, 1991, Ed. Abril) a super-equipe enfrentava o vilão chamado Homem-Cinza e uma horda de vampiros, e Kara saiu gravemente ferida desse embate, chegando até mesmo a ficar em estado de coma. Devido a sua invulnerabilidade, Kara só pôde ser operada graças ao uso da visão de calor do Super-Homem, que praticamente executou o procedimento cirúrgico na heroína (no Brasil em Liga da Justiça #34, 1991, Ed. Abril). Poderosa sobreviveu à operação, só que ocorreram efeitos colaterais indesejados: seu nível de força física caiu bastante, e até mesmo a sua capacidade de vôo foi reduzida. Para “comemorar” essa nova etapa da sua vida, Poderosa resolveu trocar de uniforme, passando a vestir um macacão amarelo e branco.


Nas edições seguintes de Justice League Europe, Poderosa continuou participando da equipe e arrumando confusão, seja com os adversários ou com os colegas. Com o tempo, a mistura de super-heróis com humor começou a se esgotar. Em conseqüência disso a dupla Giffen/De Matteis largou os títulos das Ligas da Justiça, Gerard Jones (que já colaborava fazia um bom tempo nos roteiros das duas equipes) passou a escrever as aventuras da Liga Europa, esses gibis começaram a adotar um tom mais “sério” e novas mudanças ocorreram com Poderosa. A principal é que em 1992 no gibi JLE #37 (no Brasil em Liga da Justiça e Batman #05, 1994, Ed. Abril) a personagem passou a usar um uniforme azul e branco com um decote nos seios em forma de losango.Nessa mesma edição foi explicada a razão do eterno mau-humor de Kara: a heroina era viciada em refrigerantes dietéticos, e esse tipo de bebida causava uma reação alérgica em seu organismo meta-humano, que sempre a fazia acordar de pé esquerdo. Em JLE #42 (no Brasil em Liga da Justiça e Batman #6 e 7, 1995, Ed. Abril) Kara, o restante da Liga Europa e a Mulher-Maravilha encararam Equidna, uma criatura da mitologia grega que seria a mãe de todos os monstros e que também seria uma representação do poder e da fúria de todas as mulheres do mundo. Como tal conflito entrou em um impasse, Kara acabou fazendo um acordo com Equidna: uma vez por ano ela iria aos domínios subterrâneos da criatura e lá tomaria lições sobre o poder feminino que deveriam ser levadas para todas as mulheres do mundo.
No final de 1992 Kara teria uma grande surpresa: o seu avô estava vivo e morando em Nova York.Na mini-série em seis partes Arion the Immortal, Paul Kupperberg e o desenhista Ron Wilson explicaram que mesmo com a magia atlante deixando o plano terrestre ainda havia sobrado energia mística o suficiente para garantir centenas de séculos de vida para Arion. Uma volta repentina dessa tal magia atlante a Terra obrigou o mago a sair da sua aposentadoria, e é óbvio que no final das contas ele acabou se reencontrando sua neta. E a desculpa que Arion deu para nunca ter ido procurá-la é que, caso ele visse Kara antigas lembranças de sua vida na Atlântida voltariam e seu coração ficaria despedaçado. Tempos depois Poderosa descobriu que por trás dessa “desculpa” havia razões muito mais sérias e importantes, já que sua vida passou por uma reviravolta completamente inesperada: de repente, não mais que de repente em JLI #52 (a partir da edição #51 o gibi Justice League Europe passou a se chamar Justice League International) Kara se descobriu grávida! Os primeiros “suspeitos” de serem o pai do bebê foram o Lanterna Verde Hal Jordan e Aquaman, já que em histórias anteriores Poderosa havia flertado com ambos, só que eles não tinham nada a ver com o assunto. Afinal de contas, nem mesmo Kara sabia quem era o pai! Mas, de um jeito ou de outro, como ela não estava disposta a fazer aborto, o bebê acabou nascendo em 1994, bem no meio do crossover Zero Hora (publicada no Brasil entre agosto e outubro de 1996, pela Editora Abril). Kara até que se revelou uma mamãe amorosa, só que o mistério de quem era o pai dessa criança ainda persistia. Em JLA #94 finalmente foi revelado o segredo da “imaculada concepção” de Poderosa: uma antiga profecia atlante dizia que o bisneto de Arion seria o responsável pela derrota de um maligno demônio chamado Scarabus. O feiticeiro resolveu garantir que tal profecia se cumprisse, e implantou na recém-nascida Kara um fragmento de Scarabus, fragmento esse que geraria uma criança que combinaria os poderes das Trevas e da Luz caso o mundo viesse a ser ameaçado pelo demônio. Nas edições seguintes, o menino teve um crescimento acelerado e passou a adotar o nome de Equinox e mais especificamente em JLA #107 e 108 ocorreu a batalha derradeira entre Scarabus e o garoto. Após a vitória sobre Equinox o menino abandonou a sua mãe e se foi para outros planos de existência, deixando Kara desconsolada e em estado de depressão. Apesar disso a ameça alienígena foi suficiente para fazer com o s poderes de kara retornassem ao se u estado original.Em 1995, a DC resolveu bancar um projeto autoral do escritor Chris Claremont chamado Sovereign Seven, que basicamente contava as desventuras de um bando de alienígenas do planeta Meridian exilados na Terra. A partir da edição #25 Claremont decidiu incluir Poderosa (agora com seu uniforme original) na equipe, e para incrementar as histórias ele definiu que durante um determinado período Kara estava possuída pelo espírito de Nike, a deusa grega da vitória . Só que pelo que se viu a saga dos meridianos na Terra não foi muito do agrado dos fãs americanos, já que a revista foi cancelada na edição #36. O final de Sovereign Seven foi um tanto quanto interessante: foi descoberto que no final todas as aventuras dessa equipe na verdade eram fruto da imaginação de uma escritora! Por essa razão a participação de Poderosa nesse grupo praticamente é desconsiderada para efeitos de continuidade.

As aventuras da Poderosa junto com Barbara Gordon e Canário Negro em Birds of Prey #12-17 (as edições #15-17 foram publicadas no Brasil em Batman Premium #15, 2001, Ed. Abril) e #33-35, respectivamente nos anos de 2000 e 2001. Em 2002, quando na revista JSA #31 (No Brasil Liga da Justiça #15, 2004, Panini) o roteirista Geoff Johns integrou Poderosa a sua nova versão da Sociedade da Justiça, versão essa que agregava antigos e novos heróis. Só que sua vida seria revirada de cabeça para baixo de novo... Durante a saga publicada em JSA #45-50 denominada “Príncipes das Trevas” (Liga da Justiça #27-30, 2004, Panini) a nossa heroína descobriu que o vilão Mordru havia aprisionado a alma do seu avô Arion em um reino místico conhecido como Mundo das Jóias. Dirigindo-se para lá, Kara libertou o espírito do feiticeiro e escutou dele mais uma revelação bombástica: na verdade Kara nunca foi sua neta! O mago atlante havia dito para Poderosa que era seu avô apenas para protegê-la, e também como um favor para a verdadeira mãe da moça, a quem caberia no futuro revelar toda a verdade.


Poderosa continuou vivendo aventuras junto com a Sociedade da Justiça, quando em 2004 uma noticia surpreendente surpreendeu todos os heróis da DC Comics: o Super-Homem tinha uma prima, que tal qual o Homem de Aço era originária de Krypton. Não tardou para que a simpática mocinha também chamada Kara assumisse a identidade de Supermoça, e naturalmente ela e Poderosa acabaram se encontrando. Poderosa chegou a lutar ao lado dela nas revistas Supergirl #15 e 16 em 1997. Poderosa ficou frente a frente com a Supermoça de Krypton no gibi Supergirl #01, e quando elas se cumprimentaram todos os poderes de Poderosa entraram em pane: uma hora ela emitia raios óticos e na outra ficava tão fraca quanto uma mulher comum.


Todas essas oscilações nos níveis de poder de Poderosa suscitaram novas dúvidas sobre sua origem. Em uma recente aventura, nas paginas da revista JSA Classified. A poderosa descobre sua verdadeira origem como um nativa da terra 2 graças às manobras do pirata psiquíco, a única pessoa no Universo DC para lembrar todos os acontecimentos da Crise e do multiverso.

"E O GRAND FINALE" ( MUY GRAND !!! )


Fontes: Wikipedia e HQ Maniacs



Este post faz parte da Edição #12 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas. Confira também:

Hanna Barbera

Quem não se lembra dos desenhos animados que povoavam a TV nos fantásticos anos 80 ???