22 de abril de 2008

Organização X - 7

Organização X
Arco 2: Magia Arcaica
Parte 3 de 4: Hecate


Ele abre os olhos apenas para encontrar a bela mullher negra com quem fez amor durante toda a noite passada... Engraçado ele falar em fazer amor, até pouco tempo era sexo e apenas sexo. Sempre pensou que sua orientação sexual nunca lher permitira enconytar alguém que o amasse, por isso fechou seu coração e sua alma até encontrar ela... Amor a primeira vista... Mais quais as chances dessa linda africana se apaixonar por um japones amarelo viciado em computador?

“Seiya?...” Ela fala sem tirar os olhos da janela.

“Beatriz?...” Ele fala se levantando e tentando alcança-la, mas ela desvia.

“Eu não vou conseguir...”

Ele sorri, o que essa poderosa mutante, capaz de destruir prédios com um grito, não pode fazer? “Já sei, não vai conseguir largar o japinha aqui, né?... Fica tranqüila que eu também não quero te largar...”

Mas ela não sorri, ao contrario, parece abaixar mais ainda a cabeça e aperta ainda mais os olhos, tentando segurar as lágrimas. “Deus, voce só sabe fazer piada?”

“Pensei que gostasse do meu senso de humor...” Ele fala sério agora, apoiando os braços nas pernas e olhando diretamewnte para ela. “Voce vai terminar...”

Não é uma pergunta, mas apesar da certeza, ele não consegue entender o porquê... Eles não estavam felizes nas ultimas semanas? Mas a quem ele ta querendo enganar?”É porque eu sou bis...”

“Não!...” Ela olha para ele diretamente nos olhos antes de baixar a cabeça com vergonha. “E... sim...”

Os dois ficam em silencio por alguns segundos, antes que o mutante japonês se descubra e comece a procurar suas roupas. Beatriz ficam em silencio até ver ele colocando as cuecas. Por todos os deuses africanos, ela vai sentir falta do corpo dele desnudo. “Espera... Seiya!” Ela tem que se explicar. “Voce tem que entender...”

“Eu entendi... Ser mutante ótimo... Ser japonês ta pro gasto... Ser bissexual... Crime federal!”

“Não é isso!...” Ela fala puxando o braço dele, as lágrimas já caem. “Eu te amo!...”

Seiya olha supresso para ela, a vontade que tem é beikar aquela mulher e joga-la novamente na cama, e assim mostrar que também a ama.

“Seiya...” Ela fala abraçando-o e colocando a cabeça no peito dele. “Eu reparei o jeito como voce ficou olhando para o Gus.... Voce o deseja, não é?” Ela espera ele responder, mas ao ver que não vai ter resposata continua. “Nunca vai ser igual... Pos mais apetrechos, brinquedos, ou sei lá o que, que a gente use nunca vai ser igual, não é?... Eu nunca vou poder dar a voce o que eles dão... E no finall eu não vou ser suficiente...” Ele continua calado, esperando ela acabar. “Eu te amo tanto...”

Ele levanta a cabeça dela e beija a testa. “Sabe outro dia eu ouvi uma piada engraçada...” Ele começa. “O garoto de 6 anos fala por irmão de 5: - Joãozinho vai perguntar para mamãe se a gente pode jogar vídeo-game... E o irmãozinho responde: - Ah, eu tenho vergonha... Pergunta você que conhece ela há mais tempo...”

Seiya fica sorrindo para a mulher em seus braços, que depois de um tempo sorri cntro o peito dele. Depois ele simplesmente se afasta dela, não sem antes se virar para ela sorrindo. “A gente precisa conversar... Mas até lá... Eu te deixo livre e voce me deixa livre...” Ele fala fechando a porta.

Beatriz senta na cama e olha a janela quando ouve a porta sendo aberta.

“Ta só mais uma piada e então Elvis vai deixar o prédio.” Seiya fala se sentando na cama. “O sujeito chega em casa, tira os sapatos senta no sofá e grita para a mulher...”

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Medeia olha calmamente o espelho d’agua colocado aos pés da cama onde Hacker está deitado. “Ah! Querido... Você sofreu tanto, não é mesmo...” Ela fala passando as mãso na testa suada do rapaz.

“Tira aos mão dele!” A voz do rapaz preso em correntes do outro lado da sala, chama a atenção da feticeira. “Voce é aquela garçonete da vila...” Ele fala quando na sua frente dois lobos de pelos negros e olhos vermelhos se aproximam de sua raptora. “Escuta aqui, eu não sei por que voce destruiu a sua vila ou nos prendeu aqui, menina...”

Ela dá gargalhadas. “Menina?... Sou mais antiga que o Pantheon...” Ela apenas levanta as mãos e os lobos criados pelo X-Premier desaparecem.

“Quem?...”

“Apenas uma esposa atrás do marido...” Ela fala com trsiteza no olhar. “Atrás dos filhos que foram arrancados dos meus braços, por esse mesmo marido que me trocou por uma princesinha inútil e fútil!” Uma bola de energia se choca contra uma das paredes, fazendo parte dela desabar. “Mas agora vai ser diferente... Deposi que eu recuperar o meu poder total, nem mesmo a minha mãe poderá me deter... E ele voltara a ser somente meu...” Ela coloca a mão sobre o ventre e sorri. “Eu poderei gerar filhos para ele de novo... Sim filos novos.... Nesse corpo vivo... Mas o feitiço... E então... Já~so... e filhos...”

Pesadelo balança a cebeça. “Voce é louca...”

A mulher apenas se encaminha o espelho d’água e emche um jarro. “Sim... Eu entrei na historia como louca...” Ela derrama a água na cebeça do rapaz, que depois de tocar o chão volta direto pro jarro. “Mas quem não enloquece por amor?... Vamos, meu adorado, me mostre o momento em que voce quase enloqueceu...” Ela joga a ´gua de vota a bacia, enquento os olhos de Pesadelo ficam extremamente pesados. “Pois eu só preciso desse momento para entrar na sua alma e faze-lo se sacrificar por mim...”

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Cronos está pensativa, olhando para as quatro jovens a sua frente ela respira fundo. “Medeia nuca devia ter acordado... “

“Nãooooooooo...” Ave-de luz fla com ironia. “uro que pensei que bruxas malignas sam por ai o tempo todo fazendo maldades...”

“Se fosse assim, Ave-de-luz, nunca iríamos enfrentar Hecate... Que por acaso é mãe de Medeia...”

“Isso que é mal de família...” Fala Chris, que fica vermelha ao perceber o olha incrédulo das amigas. “Ah, sem hacker por perto alguém tem que fazer piadas idiotas...”

Elas ficam em silencio mais uma vez. Até Protal falar. “Cronos, voce não pode localiza-los usando o seu poder?...”

“Medeia é uma bruxa poderosa, pode bloquear poderes mutantes, apenas pensando nisso.”

“Bom saber...” a mutante maroquina responde. “Que nosso poderes não vão ajudar em nada e que nossos amigos tem uma grande chance de morrer... Não sendo pessimista é claro...”

“Hecate...” Natureza finalmente fala olhando para Cronos.

Cronos sorri. “Magia só pode ser vencida por magia...”

Mas ave-de luz não aceita isso muito bem. “Voce só podem estar brincando?!” Ela grita andando de um lado para o outro... “Vocês já se esqueceram o que aquela bruxa fez com a gente?” ... Como um animal enjaulado... “Já se esqueceram de como ela quase nos sacrificou?...” Ela começa a brilhar. “Ou da vez que nos vez voltar a ser crianças?...” A sala fica super aquecida, ela está pronta para explodir. “Ou como ela amaldiçoou a minha ma...” A X-Premier se cala, levando a mão a cabeça, parece lembrar que essa historia elas não podem esquecer... Até por que elas não a conhecem.

“Como ela almodiçou a sua mãe a fica catatônica para sempre?” Cronos fala com calma, e da um meio sorriso. “Criança, acha que tem alguma coisa que acontece com vocês que eu não saiba?”

Mas ela não responde, fico olhando preplexa para a mulher a sua frente. Como ela pode saber da maçdição q não saber onde encontrar os outros.

“Mas isso é uma vantagem...” Cronos continua. “Por que voce sabe onde fica o esconderijo de Hecate e vai nos levar até lá!”

Ave-de-luz apenas balança a cabeça em sinal afirmativo.

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A cama é macia, as cobertas envolvem o seu corpo mantendo o frio do lado de fora, mas mesmo assim o cheiro de comida pronta o obriga a acordar. O quarto é grande, assim como suas janelas que deixam o sol entrar de forma suave.

Joseph olha para os lados tentando reconhecer o lugar, mas tudo que consegue é um enorme dor de cabeça.

“Voce já acoredou...” Uma jovem mulher fala se aproximando da cama com uma bandeja de comida. “Pensei que ia dormir até mais tarde hoje, meu marido.”

“Marido?... Quem?...” Ele tenta perguntar.

“Eu falei para não beber muito na festa de ontem... Ms voce nunca me escuta...” Ela fala entregando para ele um copo de suco. “Mas como voce sempre diz: Um rei deve ser o primeiro a brindar...”

“E o ultimo a baixar o copo...” Ele fala sorrindo. “Ai minha cabeça... Medeia, me prometa que da próxima vez vamos ter menos vinho nessas festas...”

Mas ela não responde, apenas o abraça e deixa as lágrimas escorrem pelo seu rosto.

“Minha esposa?... O que foi?...” Ele fala a afastando delicatamente e enxugando suas lágrimas. “Sabe que não gosto de ver voce chorando...”

“Voce lembrou de mim...” Ela sorri para ele.

“E como eu poderia esquecer da minha própria esposa?... Desculpe se te preocupei, não vou tomar tanto vinho assim da próxima vez, está bem?”

“Jasão!” Ela se deixa abraçar, para depois puxar o roto dele na direção do dela e beika-lo.

“Ai!” Joseph leva a mão a cabeça e sente um dor profunta... Algo está errada, muito errado! Por poucos segundo ele vê a noite pelo lado de fora das grades, e o grande quarto ser tranformado numa pequena cela. “Quem...”

Mas Medeia e mais rápida, ela cobre o olho do X-Premier com as mãos e sente ele voltar dormir aos poucos. Abraçando-o, ela o beija no rosto e sorri. Mas sua alegria dura pouco quando olha para a própria mão e a vê se deterioranto, rapidamente ela fecha os olhos e entoa uma magia antiga e tudo parece voltar ao normal. “Preciso de mais poder... Para mante-lo dentro da ilusão eu... Preciso voltar a ter o poder que eu tinha antes de minha mãe me banir...”

Um sorriso funesto se forma nos lábios dela, o plano era matar os dois mutantes e obter a energia vital deles, como fez com os moradores da vila de sua receptora, mas ela pode conseguir muito mais que isso, basta acabr de vez com a riz de seus problemas.

“Escravos... Venham até aqui!” Duas sombras se aproximas da porta da cela e se curvam. “Vocês vão dizer ‘oi’ a minha adorável mamãe...”

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As X-Premiers caminham por entre uma extensa mata no que rstou da floresta da Califronia.

“Tem certeza que ela está aqui?...” Chris pergnta. “Afinal ela é grega é...”

“gosta muito de privaciadade...” Responde de mal hummor Ave-de-luz. “Olha por que cargas d’água ela escolher morar aqui eu não sei... Mas mora... Preparem-se, estamos perto!”

Os cisco mulhers caminham mais um pouco até chegar uma clareira na mata, uma clareira vazia, sem nenhuma construção.

“Era aqui...” Ave-de-luz responde descrente. “Era bem aqui!... Não pode ter desaparecido sem deixar nenhum rastro!!!”

“Voce pode ter se confun...” Portal não consegue terminar a frase ao perceber o olhar assassino de Ave-de-luz. “Deixa pra lá...”

“ERA AQUI!” Ela grita.

“E talvez fosse...” Cronos fala caminhando em direção a clareira. “Talves fosse apenas uma entrada criada para voce naquele momento... Talvez...”

Mas a terra tremendo e o vento soprando de maneira estranha chama a sua atenção. No centro da grande clareiro está Natureza, voando, a baixo dela a dela começa de abrir e a se levantar em colunas. “se estiver aqui, eu encontro!”

Cronos não gostava daquilo, se continuase assim, Natureza podia perder a noção de seus poderes e criar um terremoto capaz de destruir as cidades vizinhas. “Natureza... Pare agora!” Mas a jovem não houve, e ronos começa a perceber algumas arvores perto da borda da lareira começarem a cair. Mal sinal.

“Natu...” Mas a palavra morre na sua boca ao ver Natureza sendo atingida por uma bola de energia que a faz voar floresta a dentro.

“Gosto dessa floresta... Dá muito trabalho proteje-la desse mortais estúpidos e suas cidades gisgantes.” A frente deles uma mansão aparece e na porta dele uma mulher sofisticatamente vestida. “Espero que voce tenham bons motivos para entrar em meus domínios... A não ser que venham atrás da morte...”

Hecate... E tudo que se passa na mente das quatro mulheres.

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“Ai!” Natureza apóia um dos cotevelos no chão e olha pra o rastro de ravores quebradas que vez durante a queda. “Eu juro, se Hecate não fosse necessária agora, eu...” Ela ouve o barulho de passos, em seguida uma sobra se faz sobre ela, Olhando para cima, ela não acredita no que vÊ. “Pesadelo... Hacker... Mas...”

A espada de Hacker é rápida, Natureza só consegue se desfiar a tepo de evitar que a jugular seja rasgada, mas seu ombro não tem a mesma sorte. Olhando para os dois amigos ela percebe o olhar vazio e sem vida. “Deixa ver se eu adivinho... Medeia mandou um presentinho para a mãezinha querida dela...” A x-Premier se levanta com dificuldade. “Ótimo... Definitivamente eu to começando aodiar a Medeia...”

(Continua)